Dr. Marcos Catizani

Quem eu sou
Muito prazer, me chamo Marcos!
Sou natural de Belo Horizonte, médico formado pela UFMG, com residência médica em Clínica Médica pelo Hospital Odilon Behrens, em Geriatria pelo Hospital das Clínicas da UFMG e com treinamento atual em Psicogeriatria por essa mesma instituição.

Durante a graduação, tive a oportunidade de realizar um intercâmbio na Universidade La Sapienza, em Roma. Nesse período, percebi que a essência do bom cuidado em Medicina é semelhante em qualquer país.

Já durante as residências, vivi experiências enriquecedoras em Geriatria no estado de São Paulo, com estágios no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto e no HC da USP da capital.

Embora a crescente especialização na Medicina traga avanços valiosos, sempre preservei o compromisso com uma visão integral da pessoa.

Valorizo profundamente o trabalho dos especialistas que se dedicam a órgãos e sistemas específicos, mas escolhi seguir pela Clínica Médica e, depois, pela Geriatria, para manter sempre um olhar ampliado sobre o ser humano — reconhecendo também as dimensões psicossociais e espirituais que influenciam diretamente a saúde física.

Por isso, uma frase do renomado psiquiatra Carl Jung resume bem a minha trajetória e a proposta do meu trabalho na Geriatria:

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.”

Formação:

Destaque:

Idiomas de Atendimento:

Português, Inglês ou Italiano.

Durante o acompanhamento, percebo que muitos idosos passam por diversos profissionais sem que as informações fiquem organizadas de forma integrada. Por isso, na 1ª consulta de retorno, entrego um Plano de Cuidados Personalizado: um documento técnico que reúne diagnóstico funcional, histórico clínico, medicações, riscos, sinais de alerta e orientações de manejo à família e à equipe multiprofissional. 

Neste momento, estou oferecendo esse plano sem custo adicional para pacientes em acompanhamento. O Plano engloba:

 
 
 

Este plano fortalece a comunicação entre os profissionais envolvidos no cuidado e promove decisões mais seguras, alinhadas com a realidade e os valores do paciente.